…hibridizações…

05/01/2010

…meditation… justsavoir …

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recebi esse texto de uma amiga e mesmo este de perfil acadêmico e científico, o que as vezes diverge do tema desapegado consciente e alerta, ele possui curiosidades pontuais para os seres de espírito rechercheurs…

Efeitos Estudados da Meditação ao Nível Psicológico

por Laura Sanches

Para falarmos de meditação e compreendermos os seus efeitos ao nível psicológico é útil dividirmos as várias técnicas que existem em dois grupos: técnicas de concentração e de insight. Esta categorização, como todas, tem as suas limitações, mas é útil para percebermos os diferentes efeitos da meditação ao nível da consciência.
Técnicas de Concentração – são todas as técnicas que envolvem a concentração num ponto, tentando afastar todos os outros objetos da consciência. Estas conduzem a um estreitamento da consciência que se foca exclusivamente num único objeto.
Técnicas de Insight – implicam uma atenção constante, mas sem julgamentos, a todos os conteúdos que vão surgindo na consciência. O objetivo é ter uma percepção ampla de todos os conteúdos da consciência, sem que haja nenhum envolvimento com estes. Estas técnicas conduzem a uma expansão da consciência, que se torna capaz de abarcar um número cada vez maior de objetos em simultâneo.
Estas duas estratégias são muito diferentes uma da outra, por isso, é de esperar que produzam também resultados diferentes. E, de fato, há algumas investigações que parecem comprovar esta hipótese.
Quando se entra num estado de meditação, geralmente, a leitura do EEG (eletroencefalograma) revela que começam a produzir-se ondas cerebrais do tipo alfa (8 a 13 ciclos por segundo), o que acontece também quando se está num estado de relaxamento profundo. Mas, se entretanto, se produzir algum estímulo súbito (como um ruído ou um flash luminoso), esse estado de relaxamento será interrompido e as ondas alfa deixarão de ser produzidas durante alguns segundos, até que a pessoa volte a relaxar. No entanto, se esse estímulo for produzido de forma constante, dá-se um processo de habituação e a produção de ondas alfa deixa de ser interrompida. É o mesmo fenômeno que ocorre quando entramos num local onde cheira mal: no início é difícil suportar o cheiro, mas com a permanência nesse sítio, dá-se uma habituação e deixamos de o sentir.
A primeira investigação foi feita por Kasamatsu e Hirai (in West, 1987), com monges que praticavam meditação Zen, do tipo insight. Foi verificado que, quando estes monges estavam em meditação, não se dava a interrupção das ondas alfa. O que significa que a tal habituação, com eles, nunca acontecia. Estavam permanentemente atentos a todos os estímulos e reagiam a cada um como se fosse o primeiro. Estes monges diziam que percebiam os estímulos de forma até mais clara do que no seu estado normal mas que não eram afetados por eles.
O segundo estudo importante para a compreensão dos efeitos da meditação foi feito por Anand Chinna e Singh (in West, 1987), com praticantes de meditação do Yoga, usando uma técnica de concentração. Estes reagiram de forma muito diferente dos anteriores: não mostravam qualquer reação nem ao primeiro estímulo. Como se nunca os tivessem ouvido. Durante a meditação conseguiam-se isolar totalmente do ambiente exterior. Mas, quando não estavam a meditar, também não mostravam qualquer habituação; mantinham a mesma pureza de percepção que tinham os monges Zen. Podemos dizer que estes praticantes de meditação viam o mundo com olhos sempre frescos, como se tudo fosse novo, sem se deixarem contaminar por hábitos de percepção, que acontecem de forma inconsciente na maioria das pessoas e que, muitas vezes, nos levam a reagir de forma precipitada e com base em condicionamentos inconscientes. A maioria das pessoas interpreta os acontecimentos com base em experiências anteriores, mas estes resultados levam-nos a pensar que o mesmo não acontecerá com estes praticantes, que parecem reagir sempre a todas as situações com uma atitude de disponibilidade e abertura perante cada acontecimento.
Mais tarde houve quem tentasse replicar estes dois estudos sem obter os mesmos resultados. No entanto, estes continuam a ser um marco, sendo frequentemente citados, no que respeita aos efeitos da meditação.
E os efeitos da meditação são de fato muitos, não só que diz respeito ao funcionamento cerebral mas também ao nível da nossa percepção e compreensão do mundo. De fato, a meditação parece interferir com e alterar toda a nossa forma de percepcionar o mundo. Há um estudo interessante que o demonstra. Este é descrito por Roger Walsh (1993) e foi feito com um grupo de praticantes de meditação budista, usando o teste de Rorschach. Este teste é composto por uma série de pranchas com manchas de tinta, que são apresentadas à pessoa. Parte-se então do princípio que, o ser humano, perante a angústia que lhe causaria estar perante algo sem sentido, terá imediatamente a tendência para atribuir um significado às manchas. A forma como cada um de nós dá sentidos diferentes a cada uma das manchas foi estudada e analisada e a partir das diferentes formas de organizar as manchas que cada indivíduo usará, o psicólogo poderá então fazer a sua interpretação acerca da personalidade deste e do seu modo de funcionamento.
No caso destes praticantes de meditação budista, o que se verificou foi que, os que eram apenas iniciantes, tinham padrões de resposta normais, iguais aos de quem não medita. Mas os mais avançados tinham muito pouca tendência para elaborar o que viam. Walsh diz-nos que a meditação foca a mente e reduz o número de associações, interrompendo assim esse processo que é geralmente automático e inconsciente em todos nós. Estes resultados confirmam também a hipótese anterior de que a meditação parece libertar-nos dos condicionamentos associados à forma como percepcionamos o mundo.
Mas, dentro destes praticantes mais adiantados, havia ainda algumas diferenças, de acordo com os estágios em que cada um estava. Os budistas distinguem vários estágios, de acordo com a experiência e a capacidade que cada um tem de dominar as técnicas de meditação.
Assim, aqueles que estavam no que era considerado por eles e pelos seus mestres a fase inicial de iluminação, que tinham tido experiências iniciais de nirvana, viam as imagens como criações das suas mentes e tinham noção do processo, momento a momento, em que o seu fio de consciência se tinha transformado em imagens organizadas. Estas pessoas mostravam conflitos normais à volta de temas como a dependência, sexualidade e agressão, contudo apresentavam muito poucos mecanismos de defesa e muito pouca reatividade a estes conflitos. Pareciam ser capazes de conviver com estes conflitos psicológicos, que são normais nas outras pessoas (mas que costumam provocar algum sofrimento), sem se deixarem afetar por eles, sem reagir a estes. Pareciam ser capazes de se aceitar melhor a si próprios e às suas dores do que a maioria das pessoas comuns. Isto, aliás vai ao encontro da filosofia budista que nos ensina que uma das causas para o sofrimento é justamente o não sermos capazes de aceitar a nossa experiência presente, especialmente quando esta implique alguma dor.
Com os poucos praticantes que tinham já bem mais de 20 anos de experiência e estavam na 3ª fase de iluminação, já com o estatuto de mestres, as respostas foram mesmo únicas: estes viram não só as imagens mas a própria mancha como uma projeção da mente; não mostraram evidências de conflitos internos e pareciam mesmo livres de conflitos; ligaram sistematicamente as respostas de todos os 10 cartões numa resposta integrada com um único tema, o que é algo extremamente raro e indicativo de capacidades criativas e elaborativas muito acima da média. O resultado foi um ensinamento sistemático acerca da natureza do sofrimento humano e do seu alívio. Diz Walsh que os mestres de meditação transformaram o teste do Rorschach num ensinamento para os examinadores.
Ao que parece, vendo estes resultados, após o estágio da aceitação vem mesmo a da libertação do sofrimento, tal como foi já explicado por Buda.
Ao nível fisiológico e neurológico há também inúmeros estudos que comprovam os efeitos da meditação:

1. Diminuição dos batimentos cardíacos e da tensão arterial, alterações ao nível da química sanguínea com alterações hormonais e diminuição do colesterol.

2. Abrandamento do EEG, que passa a registar ondas alfa e, em alguns casos de praticantes mais avançados, ondas teta (4 a 7ciclos por segundo) que, geralmente, aparecem apenas em estados de sono profundo.

3. Maior sincronização ou coerência entre diferentes áreas corticais, o que significa que há mais áreas do cérebro ativas ao mesmo tempo. Alguns investigadores sugerem que isto produz uma base para uma maior criatividade e crescimento psicológico. Mas esta coerência também pode ocorrer na esquizofrenia e a na epilepsia, pelo que não há certezas acerca do seu significado.

4. A meditação pode reduzir a atividade do hemisfério esquerdo, que está relacionada com a análise verbal. Pode acontecer uma redução da atividade deste hemisfério ou uma maior ativação do direito. Há algumas evidências de uma maior atividade do hemisfério direito em praticantes de meditação, como capacidade de recordar e descriminar tons musicais. Mas parece que o esquerdo não é desativado, por isso ficam ambos ativos.

5. A meditação também parece estar relacionada com um aumento do fluxo sanguíneo do cérebro, com um aumento do fluxo nas três superfícies do lobo frontal e no tálamo.

6. Um estudo anatômico descrito por Chris Mace (2008) feito com praticantes de meditação com um mínimo de 2 anos e uma média de 9 anos de prática, comparou os córtexes de 20 praticantes de meditação com 15 não praticantes. Verificou-se que estes eram significativamente mais espessos em muitas áreas, nos dois hemisférios, mas não eram mais espessos que os do grupo de controle, no geral. Havia diferenças claras no córtex pré-frontal nos dois lados e à volta da insula direita. Quanto mais velho era o sujeito maior era a diferença, sugerindo que a meditação poderia estar a prevenir um processo que ocorreria naturalmente com a idade, em que o cérebro se tornaria progressivamente mais fino. Este estudo tem sido tomado como evidência de que o tipo de atenção que se desenvolve na meditação provoca um crescimento neuronal em áreas do cérebro que é provável que sejam ativadas durante a meditação.

7. Daniel Goleman (1996) verificou que os praticantes de meditação, numa situação de stress, tinham uma configuração psiscofiosiológica que sugeria uma maior prontidão motora para responder, uma maior ativação na antecipação do stressor, mas uma mais rápida inibição límbica na recuperação do confronto, acompanhada por um afeto mais positivo e uma ansiedade situacional mais baixa durante toda a situação. Assim, conclui que a meditação pode ajudar em situações de stress porque ajuda a uma recuperação mais rápida do ponto de vista fisiológico e psicológico.

- Ao nível psicológico a meditação também proporciona: um aumento da criatividade; mais sensibilidade na percepção, maior capacidade de sentir empatia, sonhos lúcidos, maior capacidade de auto-atualização, uma sensação positiva de auto-controlo e maior satisfação.
- Muitas pesquisas sugerem que a meditação pode ser terapêutica para várias perturbações psicológicas: ansiedade, fobias, stress pós-traumático, tensão muscular, insônia e depressão minor. A meditação regular reduz o uso de drogas legais e ilegais e ajuda prisioneiros a reduzir a ansiedade, a agressividade e as reeincidências.

Para os psicólogos, a meditação também aumenta a capacidade de sentir empatia para com o cliente bem como a disponibilidade para estar presente na relação.
Um estudo de Leo Matos (1987), revelou ainda que a meditação pode ser uma importante ferramenta na recuperação de toxicodependentes.

BIBLIOGRAFIA

Scotton, B., Chinen, A., e Battista, J. (1996), Textbook of Transpersonal Psychiatry and Psychology. Basic Books.

Mace, C. (2008), Mindful and Mental Health. Routledge.Matos, L. (1987), Drogas ou Meditação: Meditação como alternativa para o uso de drogas. Vozes.

Walsh, R. e Vaughan, F. (1993), Paths Beyond Ego. The Transpersonal Vision. Tarcher Putnam.

West, M. (1987), The Psychology of Meditation. Oxford Science Publications.


28/12/2009

((())) … enoberçodasestrelas … ((())) medite

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ommoommoommo.lindotranquiloprazerosofluido2010.ommoommoommoommo

…meditemos vibrando até e inclusiviii trocando neutrinos com esses bebêstrelas…

… bom 2010 …

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…coração…

…good vibes…

com 2010 motivos para ser feliz

24/12/2009

…inclemencia del tiempo/centro municipal de exposiciones montevideo…

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Un arte que expresa el extrañamiento del hombre frente a las transformaciones climáticas que asedian al mundo. La muestra INCLEMENCIA DEL TIEMPO reúne 15 artistas internacionales y es presentada en grandes imágenes en movimiento. Los cuatro elementos fundamentales fuego, agua, aire y tierra aparecen como leitmotiv al interior de la exposición.

“En el pasado el tiempo era simplemente tiempo. El tiempo era una especie de segunda piel para los hombres, y a pesar de las inclemencias meterológicas ocasionales uno se sentía parte de un orden mayor dentro de la naturaleza. Sin embargo, ahora el tiempo ha devenido en clima, una entidad física anónima, de amedrentadora naturaleza y capaz de desatar en todo momento la catástrofe”, explica Alfons Hug, curador general de la exposición.

Con los cambios climáticos que vienen ocurriendo en los últimos años y la transformación del tiempo en clima, lo que era de todos pasó a ser de los especialistas. “El cambio climático ha transformado el tiempo en intemperie. El clima es tiempo falto de poesia y estética.”dice Alfons Hug.

El curador general de la muestra afirma que las cualidades metafísicas y simbólicas del tiempo no son susceptibles de ser abarcadas en diagramas y recuentos estadísticos. “Las transformaciones climáticas, no importa si las causa el hombre o la misma naturaleza, conllevan siempre transformaciones de la cultura. Con el clima se transforma nuestra actitud hacia nosotros mismos y nuestros semejantes”, dice Hug.

Alfons Hug resalta que los fenómenos climáticos cada vez más mediatizados, se han de volver a “culturalizar”y de esa forma, un tratamiento artístico del tiempo y del paisaje, como se propone en esta exposición, puede eventualmente contribuir más a la preservación de ambos que el procedimiento meramente científico. Alfons Hug cree también en la capacidad crítica del arte y en su capacidad de activar una toma de consciencia por parte del público.

http://subte.org.uy

12/11/2009

…perfumedjvjpainting…

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querida senhorita m. / juliana moraes

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querida sra.m1

10/11/2009

II FUGA- workshop c/ Juliana Moraes: “Dança e artes visuais: propostas de relação em composição coreográfica.”

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Workshop com Juliana Moraes

II FUGA – Festival Universitário de Artes Cênicas de Goiás.

Proposição

Utilizar trabalhos de importantes artistas plásticos da segunda metade do século XX como inspiração para exercícios deexploração do espaço e criação de movimentos. No primeiro dia, as esculturas da artista inlgesa Rachel Whiteread, que molda os vazios dos objetos, serão apreciadas, analisadas e servirão de mote para os laboratórios práticos deexploração dos vazios e preenchidos do corpo e do espaço. No segundo dia, a performance “Body Pressure”, do artista americano Bruce Nauman, e os cartões partitura da artista nipo-americana Yoko Ono serão apreciados e analisados para o desenvolvimento de laboratório coletivo que explorará a noção de ação tanto em sua especificidade concreta quanto em sua possibilidade de acontecer somente no campo da imaginação.

Sobre Juliana de Moraes.

Possui Bacharelado em Dança pela Universidade Estadual de Campinas (1997) e mestrado Master in Dance Studies – MA – Laban Centre for Movement and Dance – City University, Londres (2000). Atualmente é mestre do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Coreografia e Dança Contemporânea. Faz parte da nova geração de coreógrafos de São Paulo e ganhou prêmios importantes como o Prêmio da Crítica (APCA) de Criadora-Intérprete, Rede Stagium, Rumos Dança do Itaú, UNESCO – Aschberg Bursaries for Artists, Bolsa Vitae de Artes e duas edições do Cultura Inglesa Festival. Atualmente, dirige a Companhia Perdida, que teve a peça “Antes da Queda” patrocinada pela Lei de Fomento à Dança do Município.

Serviço

Dias 15 e 16 de Novembro, das 09h00 às 12h00.

Inscrições via email até dia 12/11/09.

ufg.fuga@gmail.com

08/11/2009

bienal sesc de dança 2009

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fragmento perfumeparargamassa

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intervenção urbana: diálogos entre imagem e movimento

apropriação livre de “cantiga” (ceumar)

captura: uliana duarte e raoni paniago

01/10/2009

… euobra …

 

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euobra

ensaio poético em Lygia Clark

exposição interativa: estímulos a percepção, como pesquisa acadêmica

 

Estudantes da Faculdade de Artes Visuais-UFG, Denilson Rosa (especialista em História Cultural) e Viviane Domingues (artista visual bailarina pesquisadora), propõem uma exposição de pesquisa poética e acadêmica de caráter interdisciplinar e interativa com estímulos a percepção.

A proposta de vivências artísticas presentes na exposição, reafirmam a obra em sua capacidade de transcender a própria materialidade, criando novas significações, que integra o artista, a obra e o fruidor. Espaço onde a contemplação retiniana é superada e a compreensão e percepção se dá pelo tato, pelo cheiro, na imaginação, assim tendo a experimentação e sensibilização como estímulos ao engajamento corporal do público.

Uma exposição com obras e objetos inspirados e orientados nos trabalhos desenvolvidos por Lygia Clark quando a mesma abandona a pura pintura tirando-a dos limites da moldura e a escultura que perde o pedestal ganhando o espaço como lugar infinito. Dessa forma ela aproxima arte da vida cotidiana e vice-versa.

Lygia se encontra num espaço marginal que permeia a sociedade da década de 1960/1970, com seu espírito inquietante, o fazer artístico de Lygia propunha a reflexão da função da arte e do artista, exercendo por excelência a experimentação do corpo como possibilidade de ser parte e até a própria obra de arte, do transbordamento da arte para a vida, atingindo o ’singular estado da arte sem arte’.

Esta proposta tem o objetivo de disponibilizar um momento de reflexão crítica sobre os elementos, objetos e informações, as quais orientam uma construção identitária coletiva e que se encontram presentes na história e no cotidiano dos indivíduos. Isso será feito através de experimentações individuais e coletivas mediadas pelo corpo se utilizando da linguagem artística para tal aproximação da arte à vida e da vida à arte.

Local: Casa de Cultura Grande Hotel, av.Goiás esq. c/ rua 3, setor Central

Período: 7 a 19 de outubro de 2009

De 2ª a 6ª das 8h às 20h

30/09/2009

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3ºencontro

Imagens de representação do corpo na cultura visual, usando revistas Caras, Boa forma e Saúde.

Atividade: colagem em uma silhueta do corpo humano em tamanho real com as imagens retiradas das revistas. Contextualização e discussão do tema e suas variantes.

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Arquivado em: artes visuais — Tags:, — hibridizacoes @ 23:49

2ºencontro

Vídeo O corpo humano , da larva à borboleta, BBC, 2007. Apresentação do sistema corpo humano na concepção da biologia e medicina.

Atividade: discussão do tema

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1ºencontro

• discussão sobre o corpo e suas representações

Atividade: produção de rascunhos com análise e contextualização sobre as imagens e a representação do corpo

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… Intervenção pedagógica …

Arquivado em: artes visuais — hibridizacoes @ 1:27

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O intuito é compartilhar etapas do processo de intervenção pedagógica pela disciplina EstágioV, Faculdade de Artes Visuais-FAV, UFG. Assim promover um método de organização de idéias e ideais, se utilizando da mídia de redes sociais.

Campo de estágio:  NECASA- UFG 

Tema: o corpo

Para ação educativa temos como estímulos dois conceitos:

-abordagem triangular, Barbosa, 1999: fazer, apreciar e contextualizar

-projetos de trabalho, Hernàndez, 2007 p.28: proposta de uma nova narrativa metodológica no campo da arte/educação.

É através do corpo que se dá a percepção e as relações interpessoais. (Merleau-Ponty, 1999)

Para as interações corporais na obra de Lygia Clark: 

-percepção tátil (experimentação do corpo como possibilidade de ser parte e até a própria obra – o corpo como lugar de construção de sentidos);

-imersão na obra (questionar autoria, função da arte e do artista);

-interação arte/vida e vida/arte (arte voltada para o cotidiano)

Bibliografia

Barbosa, Ana Mae. Tópicos utópicos. C/Arte, Belo Horizonte, 1998.

Hernàndez, Fernando. Catadores da cultura visual, proposta para uma nova narrativa educacional. Meditações, Porto Alegre, 2007.

Milliet, Maria Alice. Lygia Clark: obra trajeto. São Paulo, USP,1992.

Merleau-Ponty, Maurice. Fenomenologia da percepção. Martins Fontes: São Paulo, 1999.

24/08/2009

…diálogos poéticos…

Arquivado em: dança — Tags:, , — hibridizacoes @ 14:47

exposição fotografias …Perfume para Argamassa… através do olhar de Rafael Castanheira…

        &
Raphael Vieira Vasconcelos e seu imagético
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07/08/2009

Arquivado em: dança — Tags:, , , , — hibridizacoes @ 23:17

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 Festival ChillOut amorAgaia

Cavalcante/ Chapada dos Veadeiros-GO

Solo: brejo, ladeira, cimento

Ar: frio

Aroma: lúdico, úmido, relva verde, terra, fogueira

Hr: 23h

Corpos: acionamento de memórias para o aquecimento interno

Sensibilização: respiração e olhares do público interativo/caminhante sob a lua crescente; Reações: sorrisos, gargalhadas, serenidade, introspecção, sentimento melódico

Sinergia: amor nos corações, festividades e culto à expansão da consciência através da arte

((( clique Imagens )))

11/07/2009

… Perfume em Cavalcante-GO /Chapada dos Veadeiros …

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festival arvore verde

 

festival chillOut amorAgaia

amorAgaia é um espaço para arte, espiritualidade e natureza. o bistro vegetariano inaugurado no verão de 2009 está ambientado em meio a uma vereda no (((cerrado))) ao lado do parque ecológico Lavapés em Cavalcante, Chapada dos Veadeiros. Nesse espaço chillOut são oferecidos: música, restaurante vegetariano, reiki, massagem, fogueira, horta, redário, loja de arte, wi.fi, laguinhos, banho de rio, trilha para cachoeirinha, observação de pássaros…
O festival chillOut, que acontecerá entre os dias 16 a 19 de julho, pretende ser uma celebração aconchegante, para 200 pessoas, com a intenção de encontros interessantes, uma alegre produção de música, imagem e alimentos para o (((espírito))).
Durante as manhãs e tardes do festival estão programadas oficinas, vivências e meditações. A partir do pôr do (((sol))), tambores, djs, lives, bandas, projeção de imagens, dança e jam sessions!
Para que o encontro aconteça, os produtores, artistas, terapêutas e oficineiros estão na onda encantada da troca, colaboração e (((amor))). 

“Seja o que for que faça, se você o faz com alegria, se o faz com amor, se o seu ato de fazer não é meramente econômico, então ele é criativo. Se algo cresce em seu íntimo como conseqüência, se isso lhe traz desenvolvimento, então é espiritual, é criativo, é divino. Você se torna mais divino à medida que fica mais criativo.” (osho)

>16 a 19 de julho de 2009 (inverno com noites frias e dias ensolarados) 
>local: amorAgaia bistro vegetariano, saída para Colinas do Sul, km 01, Cavalcante, Chapada dos Veadeiros (amoragaia.bistro@gmail.com) (62) 3494 13 03 * 9992 4879
>ingressos para toda a programação artística, oficinas, vivências e meditações : R$ 60 (para ingressos antecipados, reservados por email até 10/7)
>hospedagem: camping estância solar, espaço ao lado do festival (sombra, ótimos banheiros, chuveiro quente): R$10 diária (várias opções de hospedagem em Cavalcante)
>serviços opcionais: restaurante vegetariano, bar, guia para trilhas, florais do cerrado, massagem, reiki, terapias, sauna sagrada, traslados, loja de arte.

http://amoragaia.blogspot.com/

Programação, atualização diária:

djs.bandas.lives:

Yagé Live (www.myspace.com/yageliveact)
Karajazz Live (www.myspace.com/karajazzgoiania)
Jatobá Live (j.a.m. chapada dos veadeiros)
Rodrigo Prado (www.myspace.com/djrodrigoprado)
George Lucena e banda * música ritual (brasília)
Luzuah (www.karajazzchillout.blogspot.com)
Angelo Martorell (www.myspace.com/djangelomartorell)
Pri groove.orgânico * festivalmundialdapaz
ka (karajazzchillout)
Azul.Marinho (karajazzchillout)
Luiz Berto (www.vivenciaemcura.com.br)
Fruto do Cerrado (www.myspace.com/frutodocerrado)
Trio Mauritia (chapada dos veadeiros)
Ayuna (belo.horizonte)
Chico.Xavier (holanda/alto.paraíso)

Imagens:

Vivi Domigues (www.hibridizacoes.wordpress.com)
Fabiola Morais (www.fabiolamorais.com.br)
Uli Duarte (www.blog.nonanuvem.com.br)

performance.dança.vídeo.música:

Perfume para Argamassa
Ensaio poético e visual através do movimento
Criação e intervenção:
Kleber Damaso e Vivi Domingues
Trilha Sonora:
Marcus Vinícius Azul Marinho de Ogum
www.hibridizacoes.wordpress.com

meditações.vivências.oficinas:

Oficina de Corporiedade (meditação dinâmica
No Dimention > luis berto (www.vivenciaemcura.com.br)
vivencia xamanica . animal de poder > valéria e carlos (recantodoarcoiris)
Kirtan > ciro castro (www.keepom.blogspot.com)
Escuta Profunda > luzuah
Yoga > ciro castro 
Argila e frutos do cerrado > seu josué (www.teiadocerrado.blogspot.com)
Ateliê, processo criativo > fabiola morais (www.goiastexas.com.br)
Sobre a Chapada dos Veadeiros > fábio padula (www.reservabacupari.com.br)
Fitoterapia do Cerrado > ludmila dias (phyto essencial)
Sementes do Cerrado no Parque Lavapés. Trilha > dani ungarelli (ong berço das águas)
Horta Caseira > Paulo > Camilo (cavalcante)

09/07/2009

… FAVNOVA.inacabada …

Arquivado em: artes visuais — hibridizacoes @ 18:47

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O Projeto FAV.NOVA inacabada, da Comissão FAV.NOVA, se destina a selecionar Projetos de Pesquisa Poética, de artistas, graduandos/as da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV-UFG), para a formação de um grupo de estudos visando apoiar e acompanhar o desenvolvimento de pesquisas poéticas e produções artísticas, cujas obras-filhas serão curadas para mostra coletiva a ser realizada no mês de dezembro de 2009.

…clique para mais infos, edital e formulário de inscrição…

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